Falta de tratamento das perdas auditivas abala a saúde mental | Centro Auditivo Lider
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Falta de tratamento das perdas auditivas abala a saúde mental

Falta de tratamento das perdas auditivas abala a saúde mental
As perdas auditivas são uma realidade a que qualquer pessoa está sujeita. Entretanto, mesmo que hoje existam tratamentos à disposição, com variados modelos de próteses cada vez menores, muitos deixam de lado esse cuidado. As consequências da perda auditiva não tratada vão além da óbvia dificuldade de ouvir, que acabam provocando o isolamento do indivíduo e trazendo problemas emocionais. Porém, as complicações podem ir além, chegando a incapacidades, demência ou depressão.

Não é surpresa a ninguém que a dificuldade para ouvir provoca problemas como a necessidade de fazer com que interlocutores falem cada vez mais alto ou seja necessário um volume acima da média ou assistir à televisão ou acompanhar o rádio, por exemplo. Essas consequências óbvias podem desencadear o isolamento social da pessoa, seja por iniciativa própria, devido a constrangimentos que podem ocorrer, seja por iniciativa dos outros, que acabam reduzindo o contato pela dificuldade na comunicação ou mesmo porque o alto volume de som incomoda quem tem padrão considerado normal. 

E, se a perda auditiva afeta a vida social ou em casa, os efeitos também recaem sobre a vida profissional. Afinal, se a pessoa tem dificuldades em ouvir, como acompanhará adequadamente a rotina de trabalho, o que é discutido em reuniões ou em trabalhos em grupo? 
 

Dados importantes sobre perdas auditivas


Um estudo publicado em janeiro de 2018 no “The Journals of Gerontology”, primeira publicação científica especializada em envelhecimento, apontou os efeitos da perda de audição em uma população que foi acompanhada por 25 anos. O artigo “Death, Depression, Disability, and Dementia Associated With Self-reported Hearing Problems: A 25-Year Study” (“Morte, Depressão, Incapacidade e Demência Associados a Problemas Auditivos Auto-relatados: Um Estudo de 25 Anos”, em tradução livre) descreve relações entre a perda de audição não tratada com os males elencados pelos pesquisadores.

Foram acompanhados 3.777 indivíduos com 65 anos ou mais, dos quais 1.289 relataram problemas de audição. Embora não tenha identificado indícios relacionais entre óbitos e perda auditiva, a pesquisa indicou um risco aumentado de deficiência e demência entre os participantes que relataram perda de audição e um risco aumentado de depressão em homens que admitiram ter a capacidade auditiva reduzida. Porém, as associações não foram encontradas nos participantes que utilizavam próteses auditivas. 

A relação entre perdas auditivas e depressão já é conhecida devido, por exemplo, ao isolamento provocado pela incapacidade de ouvir plenamente o mundo ao redor. Com a comunicação externa prejudicada, é normal a pessoa sentir-se desestimulada em interagir com outras pessoas. Este isolamento pode levar a quadro grave de depressão.

Além disso, ouvir sons e a fala de outras pessoas é uma forma de estimular o funcionamento do cérebro, portanto, permanecer por muito tempo com a audição prejudicada leva à redução desta função cerebral. Ao mesmo tempo, o esforço para conseguir ouvir sobrecarrega o cérebro, que tem de fazer esforço extra para compreender o som percebido.

O Centro Auditivo Lider tem uma gama de aparelhos e equipe especializada para identificar a perda auditiva e indicar a prótese mais adequada para seu perfil e suas necessidades para que você tenha qualidade de vida. Entre em contato com a gente e saiba mais!
 

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